Virada Digital teve sua primeira edição nos dias 11, 12 e 13 de maio de 2012 em Paraty, cidade brasileira referência mundial de turismo histórico e cultural. Este festival baseou-se em inovação, interatividade e sustentabilidade, que levou a diversas cidades brasileiras as mais recentes tecnologias.
Esta grande festa interativa e digital, ganharam vida em 6 Hubs distribuídos pela cidade de Paraty. Estiveram localizados na cidade-sede do festival o Hub Estrela e Domos confeccionados pela Big Format Infláveis.

Hub Estrela - Virada Digital
O Hub Estrela recebeu esse nome por assumir a forma de uma estrela de três pontas, onde o conceito estava em proporcionar experiências que seguem a sequência: discussão, experimentação e compartilhamento. O hub estrela é uma construção inflável feita de polímeros plásticos usando a técnica conhecida como biomimética, que consiste basicamente em analisar formas vivas para depois reproduzi-las com determinado fim.

Domos - Virada Digital
Os Domos, com espaço de 254m² contou com total infraestrutura para que 300 alunos vivessem uma experiência única de interação online.
Os Hubs e Domos do Festival Virada Digital foram criados pela equipe do Atelier Marko Brajovic. O arquiteto Marko Brajovic acredita que construções de alvenaria e madeira serão gradativamente substituídas por casas infláveis. “Não diria que todas as crianças de hoje viverão em casas infláveis, mas cerca de metade, sim”, diz.
Na tecnologia empregada em infláveis, há muito do que o arquiteto chama de arquitetura avançada. “A estrutura não é confeccionada primeiro para, então, receber tecnologia; ela já é construída com a tecnologia incorporada”, afirma, citando como exemplo as paredes laterais do hub estrela, que servem como tela de projeção.
O arquiteto vê como vantagem ambiental a mobilidade apresentada por infláveis. Segundo Brajovic, o volume não inflado desse tipo de estrutura chega a ser 10 mil vezes menor que o inflado –o que torna as estruturas facilmente transportáveis para uso em outros locais.
“Acho que superamos o modernismo, aquele concreto pesado. Essa é a arquitetura do século 21: leve, flexível e sustentável”, completa.